segunda-feira, 30 de novembro de 2009

gratinado de atum

hoje decidi fazer uma inovação culinária...
com a minha amiga de cozinha inseparavel...a bimby
como tinha atum e algum molho de tomate/cebola/alho resolvi inventar um tipo de empadão de arroz gratinado.

400gr de arroz
2 latas de Atum
2 cebolas
4 dentes de alho
100gr de tomate
pimenta, sal, louro e oregons q.b.
8/10 fatias de queijo

faz-se o Arroz da receita do livro Bimby.
cobre-se o fundo de um tabuleiro e reserva-se o restante.
de seguida refogado com tomate, azeite, cebola,alho,louro,pimenta,sal,oregons, refogar por 7 minutos e de seguida colocar o atum por mais 3 minutos TEMP 100 vel. 1.
colocar por cima do arroz no tabuleiro e cobrir com o restante arroz.
De seguida fazer o Bechamel do livro de receitas mas apenas metade das quantidades, e colocar por cima do arroz.
Queijo para cobrir o Bechamel e levar ao forno a gratinar.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O importante são as bolas de GOLF!!!


Hoje recebi um email interessante que partilho com voçês, porque penso ser uma filosofia de vida a seguir!!!


Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe.

A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio.

Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.

O professor pegou então numa caixa de fósforos e vazou-a dentro do frasco de maionese.

Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio,

e eles voltaram a responder que sim.

De seguida, o professor pegou numa caixa de areia e despejou-a dentro do frasco.

Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio.

Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.

O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram-se nesta ocasião.

Quando os risos terminaram, o professor comentou:

- Quero que percebam que este frasco é a vida.

As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que, mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.

Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia é tudo o resto, as pequenas coisas.

Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe.

O mesmo ocorre com a vida.

Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes.

Prestem atenção às coisas que realmente importam.

Estabeleçam as vossas prioridades, porque o resto é só areia.Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:

- Então e o que representa o café?

O professor sorriu e disse:

- Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Gripe A: Terceiro feto morto em grávida vacinada


Deu ontem entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, mais uma grávida com um feto morto e que tinha sido vacina contra a gripe A (H1N1). É o terceiro caso em poucos dias, mas as autoridades não confirmaram até agora nenhuma relação causa-efeito entre a morte dos fetos e a inoculação.
A jovem de 27 anos estava grávida de vinte semanas e tinha sido vacinada no início do mês. Deu ontem entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, que confirmou a morte do feto, que será autopsiado.
Ontem foi confirmada, no hospital CUF Descobertas, a morte de um feto de 34 semanas, cinco dias depois de a mãe ter sido vacinada contra a gripe A. A situação surgiu dois dias depois de uma outra mulher, vacinada em Portalegre, ter perdido a filha que esperava há também 34 semanas. A Direcção-Geral da Saúde recusa comentar o caso até serem conhecidos os resultados de análises e testes que só podem ser feitos depois do nascimento.
O director clínico do Hospital CUF Descobertas garantiu hoje que vai ser feita autópsia ao feto que morreu com 34 semanas. A autópsia poderá ser fundamental para encontrar a causa da morte, mas os médicos recusam estabelecer uma ligação entre a morte do bebé e a vacina para a gripe A.
Será possivel tanta coincidência???
fica sempre a dúvida vacinar ou não??

e as opiniões dividem-se uns médicos dizem que sim outros médicos dizem que a vacina não esta totalmente testada e podera surtir efeitos, será que estes são alguns dos efeitos??
a escolha fica ao critério de cada um...mas não é nada fácil...
EU não vou levar até porque já fui exposta ao virus fico imunizada.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Guarda-chuva/Umbrella


E porque esta a CHOVER....

O Guarda-Chuva é um objecto usado para proteção contra chuvas e que consiste em um aramado suportado por uma haste, que sustenta uma tela feita geralmente de material plástico.


Qual a origem do guarda-chuva? Os mais antigos que se conhecem foram da Mesopotâmia, há 3400 anos. Na mesopotâmia, região do atual Iraque, há 3400 anos já existiam artefatos destinados a proteger a cabeça dos reis - contra o sol, não contra a chuva, uma raridade naquele lugar. Assim como os abanos, eram feitos de folhas de palmeiras, plumas e papiro.. No Egito, adquiriram significado religioso e na Grécia e em Roma eram tidos como artigo exclusivamente feminino. Só no século XVIII a obstinação do comerciante inglês Jonas Hanway, um apaixonado por guarda-chuvas (versão inglesa do guarda-sol tropical), conseguiria torná-los dignos também de um gentleman. Embora ridicularizado em vida, após a sua morte, em 1786, os ingleses aceitaram sair à rua munido do acessório nos sempre freqüentes dias de chuvas do país.
An umbrella or parasol (sometimes colloquially; gamp, brolly, umbrellery, or bumbershoot) is a canopy designed to protect against precipitation or sunlight. The term parasol usually refers to an item designed to protect from the sun, and umbrella refers to a device more suited to protect from rain. Often the difference is the material; some parasols are not waterproof. Parasols are often meant to be fixed to one point and often used with patio tables or other outdoor furniture. Umbrellas are almost exclusively hand-held portable devices; however, parasols can also be hand-held. Umbrellas can be held as fashion accessories.
The word umbrella is from the Latin word umbra, which in turn derives from the Ancient Greek ómbros (όμβρος). Its meaning is shade or shadow. Brolly is a slang word for umbrella, used often in Britain, New Zealand, Australia, and South Africa, Bumbershoot is a fanciful Americanism from the late 19th century.

SINTRA




Esta vai ser em Inglês em honra dos meus amigos Matt e Melissa!
Sintra the Mystical Vila in the heart of the montain.

Even with all the rain and the cold, well for me it's cold for my dear friends Melissa and Matt is nothing..lol...compered to the cold winter in Missouri!!
we had some great "Travesseiros de Sintra" and " Queijadas de Sintra", with some hot Chocolat, hum yam yam, it was so delightfull !
For me is always a great pleasure to see this beautifull and intense Magical Place, i LOOVE this city in the midle of the montains, with her amazing palaces, castle and gardens, all the GREEN is the most PERFECT thing that NATURE made!!
See you maybe in Missouri...






domingo, 8 de novembro de 2009

fechada em casa...


estou farta de estar fechada...
sem sair...
sem ver o mar....
respirar o ar do jardim....
sentir as flores....
o riso das crianças...

liberdade!!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Facetas


Um dia sou simples
Um dia sou complexa
Um dia sou inteligente
Um dia sou idiota
Um dia sou incansável
Um dia sou insaciável
Um dia sou cansativa
Um dia sou depressiva
Um dia sou positiva
Um dia sou calma
Um dia sou preocupada
Um dia sou impossível
Um dia sou mimada
Um dia sou carinhosa
Um dia o
Ser Humano é complexo
É Simples ao mesmo tempo
Incongruente eu sei
Mas na realidade todos temos um pouco disto em nós
E não adianta negar.
Virtudes,
Defeitos e Feitios
Fazem de nós quem somos
Mas o importante é relembrar
Que existem pessoas no mundo que nos conseguem
Aturar
Compreender
Respeitar
Ajudar.
Um dia sou eu
E nos outros dias
Continuo a ser eu!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Umas vezes para cima outras vezes para baixo!!!


A vida é um elevador, e contra isso poucos poderão argumentar. É, é o natural sobe e desce, desce e sobe, sem esquecer as paragens por acidente ou devoção, aquelas que tanto se ficam entre 2 andares como optam por adormecer-nos no rés-do-chão,a vida é um elevador, muitas vezes panorâmico, outras tantas forrado a cimento armado em jeito de fim do túnel, sem a tal luz ao longe. É, é o natural ora chove, ora faz sol, assim ao sabor deuma espécie de montanha-russa, que teima em nos fazer aceitar as directrizes do percurso, seja ele de vitórias ou derrotas, mesmo quando somos nós quem (acha que) decide, como se fôssemos uma espécie de empate em início de jogo.Não menos interessante, acreditemos, é o alpinar à sorte, ocarregar no 3º na tentativa de calhar no melhor piso, ou o carregarno 8º na tentativa de chegar mais alto, mesmo sem bases parachegar ao céu dos sonhos. Afinal, não custa arriscar! E é por estas subidas e descidas, ora íngremes, ora rectilíneas, que nos vamos movimentando ao jeito dos tempos,aqueles que não são feitos exclusivamente de brisas nem de tempestades, seja quem for que nos acompanhe neste cubículo que,vezes sem conta, nos vai dizendo para optarmos pelas escadas,degrau a degrau, não vá o elevador avariar.
Vi este texto algures e não pude deixar de publicar, parece-me interessante uma verdade nesta analogia, temos sempre de pensar, aliás como custumo dizer a vida é como os interruptores, umas vezes p'ra cima outras vezes p'ra baixo, temos é de saber viver com isso, e pensar sempre que há coisas boas e coisas menos boas!!!
clau

Inodoro


Muito provavelmente, não haverá melhor definição do que a de uma flor -
com imagem incluída e tudo - acerca do percurso da vida de cada um de nós.
E podemos começar pelo regar ou não regar, pelo adubar ou não adubar,
pelo "ensolarar" ou não "ensolarar", pelo aparar ou não aparar, ou, em resumo,
pelo brotar ou murchar.
Obviamente que, tal como as pessoas, poderemos ser rosas ou espinhos,
cravos ou ervas daninhas, tudo depende das sementes, e do que o tal percurso nos
faz "investir" num jardim ou num deserto.
E é neste constante plantar e "replantar" que podemos também avaliar o
verdadeiro valor das nossas raízes, da forma como a sua presença nos segura - ou
não - a esta terra de flores mil, a este despertar com mais ou menos sentido,
também em função da beleza, tantas vezes aparente, outras tantas presente.
Com estas palavras, logicamente, somos impelidos a associar-nos
imediatamente à flor que mais nos agrada, ou, dependendo do estado de espírito,
àquela que melhor nos define neste momento, mas sempre com a certeza de que, tal
como a própria flor, também temos os nossos dias, os nossos momentos, os nossos
murchares, entre o pólen e o perfume, inclusive o inodoro.

Francisco Moreira

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fonte de bem-estar


Não é por acaso que vos trago este tema: é simplesmente porque há muito tempo que defendo esta ideia e que, por ter sido alvo de um estudo divulgado recentemente, vale a pena ser destacada!
Segundo um grupo de cientistas suecos, o amor e a compreensão que se vive no
seio familiar é uma fonte de estímulo para o trabalho mais rentável e, acima de tudo, uma fonte de diminuição do stress e da ansiedade.
Quer isto dizer que, quem julgava poder viver para a carreira e descurar a importância da estabilidade emocional, estava mesmo enganado, já que este é um pilar decisivo e fundamental para uma vida mais plena e capaz de expressar sentimentos de alegria e de satisfação.
Segundo os mesmos resultados, o conforto e a sensação do indivíduo se sentir amado e de corresponder emocionalmente ao outro, é uma fonte de bem-estar que contraria o que se vive nas sociedades ocidentais que é uma luta desenfreada pelo materialismo, por tentar dar do "bom e do melhor em casa", sem que isso se reflicta no carinho, na intimidade plena, no diálogo e na sensação de nos sentimos compreendidos. Posto isto, organizar os nossos dias de forma a reservar um tempo à expressão do que se sente, mesmo nos dias em que não estamos tão predispostos é uma solução para dar um sentido mais interessante à vida humana.
Se ainda há quem pense que o amor reduz o potencial de trabalho e de poder ascender
profissionalmente, é melhor que mude de atitude, pois efectivamente isso não corresponde à realidade, pois ninguém consegue viver sem amor e dá mesmo muito sofrimento fazer de conta que a carreira nos preenche sem esse equilíbrio!
O que nos dá stress e ansiedade; as patologias modernas, é esse vazio e o não ter onde descomprimir e compensar o desgaste diário.
Se está apaixonado, viva essa sensação, se ainda não encontrou o amor, deixe-o acontecer! Ganhará a sua saúde, o seu trabalho e sensações únicas e intransmissíveis"

Marcelo Faustino